Simplesmente o Paraíso

Título: Simplesmente o Paraíso
Série: Smythe-Smith
Volume: 1
Páginas: 272
Autor: Julia Quinn
Ano: 2017
Editora: Arqueiro (cortesia da mesma)
Compre: Submarino Americanas - Saraiva 
Adicionem: Skoob
Sinopse: Honoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido. Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida. Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Italia. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado. Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família. Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente


Oie pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje trago a resenha do novo livro da Diva Julia Quinn, ou seja, Simplesmente o Paraíso, do quarteto Smythe-Smith.

Acredito que alguns devem ter notado pelo meu Instagram que estou lendo bastantes livros de suspense e fantasia, então pensem na minha surpresa quando devorei esse livro em dois dias.

Estava bastante ansiosa para realizar a leitura da obra e com as expectativas a mil pelo Brasil, pois a publicidade que a editora Arqueiro fez em cima do quarteto me deixou doida.

Não sabia exatamente o que esperar das histórias dos livros, pois peguei a mania de não ler as sinopses e se leio é tão por cima que dá quase na mesma que não ler.

Fiquei com medo não nego de acabar não gostando da história ou sla o que, e acabar sendo crucificada, tanto é que acredito que vocês tenham notado eu sempre resenho os lançamentos um mês depois, para que não haja mal entendidos e a poeira da novidade já esteja baixa.

Todavia não me aguentei e quando terminei de ler o livro ontem simplesmente pensei: preciso resenhar esse livro amanhã (hoje) e contar para as pessoas o quanto o amei!

Nesse primeiro livro encontramos a história de Honoria Smythe-Smith e de Marcus Holroyd.

Duas pessoas completamente diferentes uma da outra, mas que já se conhecem há anos e nutrem uma amizade e certo carinho e ódio um pelo outro.

Marcus nunca teve realmente uma família que o acompanhasse, apoiasse e fizesse tudo o que uma família deveria fazer e sempre foi muito tímido até que ele conheceu Daniel Smythe-Smith e desenvolveu uma amizade muito grande com ele e sua família considerando-o assim um irmão.

Ele vivia na casa do amigo, fazia parte das datas comemorativas da família e sempre dava um jeito de se desvencilhar de uma Honoria de seis anos e irritante, como o irmão mesmo fazia toda vez.

Entretanto se passaram quinze anos os dois agora são adultos, seguiram com as próprias vidas até que Daniel o irmão mais velho de Honoria incumbe Marcus de tomar conta dela e afastar qualquer pretendente que não fosse bom o bastante para a garota, enquanto ele estivesse exilado fora do país.

Honoria agora com vinte e um anos, faz parte do quarteto de musicistas Smythe-Smith, uma tradição de família onde todas as jovens solteiras das mesmas se apresentavam já há dezessete anos em um concerto anual.

Entretanto eu como musicista já não me acho muito boa violinista, sei que evolui bastante e sai da parte onde imitava um gato no cio, para uma agradável melodia (pelo menos eu acho), pensem então na minha agonia e na de todos os presentes convidados do concerto "ouvindo" as Smythe-Smith tocarem.

Gente do céu pensem em quatro pessoas que tocam muito mal são elas, é literalmente um tradição familiar onde ninguém tem realmente o dom da música, mas fingem que tem! (risos)

Colocar uma bolinha de algodão nos ouvidos não abafaria a cacofonia que é elas tocando, uma toca um compasso a frente, outra dois e a para piorar tem até aquela que consegue tocar alguns compassos atrás! 

Como o Marcus mesmo disse é impossível considerar aquilo música, mas né quem somos nós meros mortais para criticar as Smythe-Smith!? (risos)

Enfim, voltando para a tradição delas... Quando alguma ou algumas das Smythe-Smith se casam elas são liberadas do quarteto, entrando assim uma ou duas no lugar daquelas que saíram.

Todas, ou quase todas, tem plena consciência que não são boas no que fazem pelo menos as quatro musicistas de 1824 sabiam disso e não negavam ao contrário daquelas que vieram antes delas (risos).

Mas uma ou duas novamente, saem do clichê de serem ruins e se realmente levassem a prática a sério e os ensaios seriam excelentes musicistas (falou a pessoa que não pega no violino dela há mais ou menos um ano e meio).

Por exemplo, a Sarah e Iris quando ensaiavam sozinhas, notava-se que as duas tinham talento, mas infelizmente isso era ofuscado nas apresentações delas, pelos motivos que citei lá em cima (risos).

Mas tirando toda essa loucura, é muito bonita a união que as primas e irmãs que fazem partem do quarteto tem, Honoria, por exemplo, sabe que não é boa violinista, mas todo o ano sobe no palco para tocar junto das outras, abre um largo sorriso e encara o que vier pela frente, pela família, pela tradição.

E isso é algo que hoje em dia encontramos pouco, não vemos mais aquela união das famílias principalmente das grandes, não encontramos mais uma tradição como os das Smithe-Smith.

Infelizmente isso em pleno século vinte e um faz falta, mas por outro lado está tão complicado as pessoas se darem bem entre elas, que às vezes esses encontros/uniões não acontecerem é uma benção.

Nesse livro enxergamos a amizade entre o Marcus e a Honoria crescer, eles sempre conviveram juntos, mas nunca tiveram realmente uma amizade e entre a loucura que aconteceu com Daniel, o pedido dele para Marcus cuidar de Honoria e a mesma desesperada para um casamento, a amizade foi crescendo e quando eles notaram já era algo a mais.

Não foi algo do nada, ou corrido acredito que foi algo na medida certa, no tempo certo e eles notaram isso em uma situação literalmente de vida ou morte.

Sempre digo que para mim realizar a leitura dos livros da Julia Quinn é como realizar a leitura de qualquer outro romance, por mais que ele seja de época, pois por mais que eu ame suas histórias, dificilmente era levada para aquela época, parecida que faltava algo que me transportasse para lá e nesses livros (já estou lendo o segundo volume, por isso do plural) as coisas foram diferente.

Ouve momentos nesse primeiro livro que a autora deixou claro como eram as cosias naquela época, principalmente quando relacionada à medicina.

Temos alguns capítulos onde o Marcus está correndo risco de vida e a autora descreve em detalhes o que as pessoas se obrigavam a fazer para salvar uma vida.

A medicina todos nós sabemos que naquela época era escassa, era como o médico mesmo disse: um tiro de sorte e de ciência.

Eles não tinham muitas coisas para fazer, não sabiam tantas outras, não existiam hospitais, não existiam instrumentos para uma operação ou o que quer fosse, era tudo feito em casa, sobe cuidados caseiros.

E enquanto eu lia essas partes me teletransportei para lá, para o que o Marcus estava sentido, observei em agonia o trabalho minucioso da mãe de Honoria e dela mesmo cuidando e tratando do ferimento dele.

Era essa falta de detalhes daquela vida que senti falta nos outros livros que li da Julia, eles não deixam de ser bons por isso, muito pelo contrário são excelentes, mas esse por ter um detalhe a mais deixou tudo mais vívido, mais real!

A agonia que senti, gente do céu não consigo explicar foi real demais a experiência e por mais que as cosias tenham sido ruins, foram nesses momentos que os personagens começaram a atender seus sentimentos um pelo outro.

Começaram a notar que suas vidas eram incompletas, que faltava alguma coisa que as deixassem melhor, até que entenderam seus sentimentos.

Foi uma experiência maravilhosa realizar a leitura desse livro, cada cena engraçada, cada suspiro pelas cenas fofas, tudo e principalmente as quase lágrimas valeram a pena.

Eu não sabia o que esperar, mas bem no fundo eu sabia que iria amar ou pelo menos me identificar por causa da música (que poucos sabem, mas é uma parte principal da minha vida), e principalmente me senti acolhida pela família Smythe-Smith.

O amor que todas sentem uma pelas outras, com exceção de algumas irmãs que gostariam de matar uma as outras (quem nunca sentiu vontade de matar seu irmão?!) (risos), e o apoio entre elas é contagiante!

Ah antes que eu esqueça, tem uma cena hilária nesse livro que eu não consegui sentir pena do instrumento musical, ou com raiva do que aconteceu com ele, mas sim senti alívio por ele ter se livrado de um jeito trágico das mãos de uma musicista.

Sinceramente? É IMPOSSÍVEL! Uma bengala ter feito aquele estrago, juro para vocês o violino ficou destruído, se isso acontecesse com o meu eu me destruiria junto com ele.

Enfim, como podem ter notado amei demais todos os valores familiares que a Julia Quinn passou nesse livro, todas as morais e principalmente de ter matado a saudade de um livro da autora.

Ela tem uma narrativa cativante em terceira pessoa, que oscila a perspectiva, o ponto de vista em si da história, entre os dois personagens principais.

Em alguns momentos temos o Marcus narrado a sua visão, os seus sentimos e o seu humor ácido, em outros temos o sarcasmo da Honoria, seu amor pela família é simplesmente encantador acompanhar a história desses dois!

Já ouvi algumas pessoas dizendo que as capas não estavam bonitas etc, eu particularmente as amei, ficaram diferentes e ao mesmo tempo no padrão que a editora Arqueiro utiliza para os livros da autora.

Amei-as, principalmente essa capa por ser rosa (eu gosto de rosa u.u e quero um vestido igual para mim u.u).

A diagramação do livro, principalmente a página que contém o título da obra está magnífica, com um fundo imitando uma partitura.

Os capítulos em si, seguem simples e muito bem divididos em resumo o livro está perfeito!

Espero que quem esteja realizando a leitura desse livro, goste dele tanto quanto eu!

E quem já leu, por favor, me contem o que acharam e se o amaram como eu! Ou se pelo menos suspiraram um pouco com as cenas fofas do casal! (risos)

Até a próxima galera! 

Bjss, Nay =D 

17 comentários:

  1. Só conheci a Julia Quinn ano passado, mas quero ler todos os livros dela, porque adorei o primeiro da serie Os Bridgertons. Estava curiosa por uma resenha desta serie aqui e morri de rir com seu comentário sobre eles não entenderem nada de musica... hahahaha
    Quero muito ler.
    Meu Amor Pelos Livros
    Beijos

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  2. Oi, Nay!
    Recebi meu box semana passada que ganhei do meu namorado. <3 Estou encantada!
    Louca para fazer a leitura logo! Você só me deixou mais curiosa. Pelo visto vai ter muita confusão entre os protagonistas. rsrs...
    Nunca li nada da Julia Quinn, então essa série vai ser uma ótima pedida, né?
    Beijão!
    http://www.lagarota.com.br/
    http://www.asmeninasqueleemlivros.com/

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  3. Olá, tudo bom?

    Adorei sua resenha. Eu amo romances históricos, principalmente por nos mostrar o amor em outras épocas. A matéria que eu mais gostava na época da escola era história, então imagina minha paixão por esses livros? Te digo: é imensa, rs.
    Apesar disso, nunca li Julia Quinn! Isso mesmo, nunca li nada dela e preciso mudar esse cenário imediatamente. Com o lançamento desse quarteto, eu estava querendo comprar a coleção e dar uma chance para autora, apesar de você dizer que há livros que não são tão bem ambientado para a época. É inimaginável a medicina da época comparada com a nossa, né? Esse negócio de não ter hospitais e ficar dependendo da sorte é muito arrepiante, rs.
    Em contrapartida, adorei que o livro seja sobre um quarteto musical, mesmo elas não tendo talento algum, rs. E adorei saber que o amor é construído a partir de uma amizade de anos, fiquei bem curiosa para saber como eles reagiram, para si mesmos, quando perceberam a mudança de sentimentos e o que aconteceu a seguir, rs.

    Enfim, obrigada pela dica, já está na minha listinha ;)
    Abraços.


    http://instantesmemoraveis.blogspot.com.br/

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  4. Oi
    Não sou grande fã de Romances de época, mas todos estão tão apaixonados por esse box, com a família Smythe-Smith que estou quase dando uma oportunidade.
    Gostei muito da sua resenha. Bem completa e com detalhes essenciais. Gostei de saber que os livros envolvem música e que o amor e amizade se completam.
    Dica anotada! Espero conseguir ler.
    Beijinhos
    Rizia - Livroterapias

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  5. Oii
    Julia Quinn é uma das grandes queridinhas dos romances de época e apesar de ainda não ter lido nada da autora, pela super publicidade deste quarteto de livros, me senti muito curiosa em relação a eles.
    A sua foi a primeira resenha real que vi do lançamento (outras postagens que andei lendo eram sobre o lançamento apenas) e já gostei, acho que vai ser uma leitura bem legal para mim. =)

    Vícios e Literatura

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  6. Oi Nai, tudo bem ?
    Eu estou como você, lendo mais livros de fantasia. Nunca li nada de época mas pretendo, fiquei feliz ao ver que você leu super rápido, porque meu medo é justamente esse, de empacar. Tanto que estou lendo 6 livros ao mesmo tempo, pq nenhum me despertou aquela coisa.
    Vejo muita gente que adora a escrita dessa autora. Achei interessante serem 4 livros e cada um falar de uma. Achei interessante os aspectos da época como a medicina escassa, serem retratadas.
    Beijos
    www.estilo-gisele.blogspot.com.br

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  7. Oi Nay, tudo bem?
    Sei muito pouco sobre o gênero romance de época (só li um!) e como não li nada da Julia Quinn, uma das autoras que, acredito, ser uma das melhores do gênero, quero muito conhecer alguma de suas obras. Optei por não ler a sua série mais famosa por ser enorme, mas como essa é mais curta me interessei mais por ela e ao ler a sua resenha para descobrir o que acontece nesse primeiro volume, fiquei ansiosa para conhecer essa história. Não sei muito sobre música, mas me parece divertido o fato das musicistas serem um desastre, acho que isso dá um toque bem legal na história. E com certeza também me sentiria angustiada nas cenas de risco de morte, já que a medicina não era avançada na época. Dica anotada, espero gostar tanto quanto você.

    Beijos! ♥

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  8. Meu box chegou e em breve vou começar a ler. Amo estes enredos onde o casal VR a amizade existente evoluir para algo mais forte. Pelo que vi, mais uma série para eu me apaixonar.
    Bjs

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  9. Olá!
    A editora Arqueiro é sempre incrível. O box está lindo!
    Ainda não li esse livro, mas espero estar conhecendo esses personagens adoráveis em breve. Acho tão bonito isso, quando uma amizade acaba virando um amor...
    Curiosa com o desfecho!

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  10. Oi querida,
    Adorei a resenha. Não vou mentir que fiquei com medo de pegar spoiler...
    O livro tem uma premissa maravilhosa, e a escrita da autora sempre deixa o leitor envolvido na trama.
    Eu terminei de ler esse livro recentemente, e assim que possível vou ler o segundo.

    Beijoss, Enjoy Books

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  11. Oie
    não é o meu tipo de leitura mas parabéns pela resenha, as fãs vão gostar da dica pois o enredo está bem rico,

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  12. Oi Naylane.
    Livro bom é assim mesmo, nos faz transportar para a época em que a história se passa.
    Você leu o livro bem rápido e dá para perceber sua empolgação. Espero que goste dos demais livros da série tanto quanto gostou desse.
    Abraços.

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  13. Oi.
    Realmente a divulgação que a editora fez dessa série deve ter deixado todo mundo louco de vontade de ler.
    E aquele box maravilhoso?
    Tive que me segurar para não comprar (agora não posso), mas pretendo comprar e ler em breve. Espero gostar tanto quanto você.
    Beijos.

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  14. Oiii!!!
    Confesso, nunca li nada da autora. Eu gosto muito de livros de romances de época, mas como ela escreve várias séries e são tantos livros, até hoje não consegui ficar empolgada em ler. Achei bem interessante a autora mostrar realmente a realidade da época. A medicina de hoje não tem nem comparação com o que era. Esse tipo de detalhe, realmente nos faz enxergar melhor a época em que está se passando a história. Fiquei sabendo que a autora vem pro Brasil esse mês, para os fãs deve ser o máximo. Espero um dia criar coragem e ler, vai que eu goste.
    Beijos

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  15. Olá!
    Eu ainda não li nenhum romance de época e já tem vários na minha lista. Alguns eu estava achando muito clichê, parece que eu estava lendo resenhas de livros com histórias iguais, que mudavam apenas o titulo, autor e personagens. Mas esse, me chamou muita atenção, porque parece ser bem diferente, um romance mais leve, que não acontece por acaso e toda essa história das garotas solteiras terem que entrar nesse grupo para tocar (eu imagino que tenha sido bem engraçado). Esse vai para o topo da lista de desejados, quero que seja o primeiro livro que eu leia do gênero, principalmente da autora, já que todos falam tão bem dela.
    Beijos,
    Nay
    Traveling Between Pages

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  16. Oi, tudo bem?
    Eu quero muito começar a ler Julia Queen esse ano e esse quarteto Smythe-Smith parece uma trama bem divertida, boa para dar risadas e um romance bacana de se acompanhar.

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  17. Olá,

    Estou com muita curiosidade em relação a essa nova série da Julia Quinn. Já li outros livros dela e curti bastante sua escrita e seu modo de criar e desenvolver personagens, além disso acho seu site livros leves e fluídos, pela sua resenha deu para notar que isso continua.
    Espero ler o mais breve que eu conseguir, pois estou me roendo de curiosidade.

    Beijos,
    entreoculoselivros.blogspot.com.br

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