Projeto Poetas Urbanos: Amanda Novachi

Oie pessoal! Tudo certo com vocês? Pelas minhas contas falta 4 ou 3 poetas para serem apresentados para vocês, mas por hoje ficamos com a apresentação da Poetiza Amanda, espero que gostem! =D

Amanda Helena Novachi dos Santos - 18 Anos - São Paulo 








A primeira pergunta que fazemos para a autora: como é escrever poesia? É muito diferente de escrever fantasia e ela nos responde:
"Alguns autores encontram grandes dificuldades ao escrever livros de fantasia por que geralmente eles requerem a invenção de um mundo totalmente novo com criaturas totalmente novas também. Eu tenho uma enorme facilidade para escrever livros desse gênero, pois é meu favorito.  É diferente de escrever poesia sim, mas nenhum dos dois é um “bicho de sete cabeças”. Ambos apresentam suas facilidades e seus obstáculos, cabe ao escritor analisar e passar por isso. Um exemplo de dificuldade com a poesia são as rimas, e no caso de um livro de fantasia é a criação de um mundo completamente novo, como foi citado na resposta da pergunta anterior. A facilidade da poesia é que pode ter a estética que quiser, e no caso de um livro de fantasia é liberdade quanto às ideias e ao número de páginas."
Questionamos então de onde vinham suas inspirações:
"Olha, pode parecer engraçado, mas geralmente vem de sonhos ou quando estou tomando banho. - começa Amanda -  Tem vezes que acordo de madrugada logo após um sonho, pego meu caderno ou o celular e começo a escrever. Isso já gerou poesias com nomes como “Poesia da Madrugada” e “Poema do Sonho”. - completa ela."
Perguntamos então se futuramente haverão próximos lançamentos e Amanda nos responde:
"Com certeza! Magic já está pronto e sairá provavelmente no final desse ano!"





Questionamos então se ela já havia pensado em lançar um livro de poesias:
"Já. Só que geralmente desisto da ideia. Não sou muito boa com poesias e prefiro deixar isso para quem dedica sua vida exclusivamente a elas. Meu negócio mesmo é escrever romances (não no sentido de romance romântico). - começa Amanda - As poesias costumam ser minha válvula de escape, por isso posto elas no Wattpad, para que ajudem outras pessoas a se libertarem também. Talvez, apenas talvez, eu as reúna e publique como livro físico. - completa a escritora."
Perguntamos então em que momento ela havia começado a escrever e Amanda nos responde:
"Bem, eu sempre gostei de ler e escrever, mas meu primeiro livro comecei a escrever quando tinha 12 anos, se chamava “O Monte Lendário” e começou como uma redação para o colégio."

Questionamos então o que a leva a continuar escrevendo:
"O carinho dos leitores e a paixão inabalável pela escrita. - começa a escritora -  Já pensei em desistir muitas vezes, mas simplesmente não consigo. - explica ela. 
Pedimos então uma dica para os novos escritores:
"Conhecem aquela música do Zeca Pagodinho, Deixa a Vida me levar? Fiz uma paródia que virou meu lema, é mais ou menos assim: “Deixa a história me levar.... História leva eu. Deixa a história me levar.... História leva eu. Sou feliz e agradeço pelo dom que Deus me deu.”
Perguntamos por último então se ela tinha algum ritual para escrever:
"Sim! Gosto de escrever a noite e ouvindo músicas que me inspirem para fazer as cenas. O Spotify é um ótimo aplicativo para isso, ele separa algumas playlists para momentos da sua vida e do seu emocional. Queria ter descoberto sobre ele mais cedo."

Espero que tenham gostado de conhecer ela hoje, e a baixo deixo o material inédito cedido para o RT e a capa e sinopse do livro dela! =D

Inédito:

O Grito Dia bonito...
Céu bonito...
Sol bonito...
Tudo bonito...
Mas espere! Estou ouvindo um grito!
Olho para os lados e nada vejo...
Mas ainda ouço o som alto e desesperado...
O que está havendo? De onde vem esse som tão angustiado?
Ei, você aí! Não está ouvindo também? Ei! Não me ignore! Por que anda mais rápido agora?
Estão com medo de mim... Mas e o grito? Não ouvem esse barulho atormentador?
De onde vem o grito?
Nada nas ruas...
Ninguém grita na avenida...
Não há qualquer sinal dele nos ônibus da cidade...
Grito? Onde está?
Paro no meio da calçada e sinto.
Sinto o grito.
E descubro de onde ele vem.
A única maneira de cessá-lo é encarando a realidade de que esse grito repleto de tanta agonia vem de dentro da minha alma. Do mais profundo âmago.
Como cessar o grito com a realidade? Como encarar que não há mais liberdade?
DIGA, DIGA, DIGA
A verdade!
ASSUMA, ASSUMA, ASSUMA
A tua identidade!
Qual a minha identidade?
Mas qual é a minha identidade?
Sou poeta e escritora
Sou romântica e sonhadora
Não quero ser nenhuma doutora
Só quero que minha interna criança não morra.
Ai, que coisa. Foi errado.
Pera, vou mandar a poesia de novo.
O Grito
Dia bonito...
Céu bonito...
Sol bonito...
Tudo bonito...
Mas espere! Estou ouvindo um grito!
Olho para os lados e nada vejo...
Mas ainda ouço o som alto e desesperado...
O que está havendo? De onde vem esse som tão angustiado?
Ei, você aí! Não está ouvindo também? Ei! Não me ignore! Por que anda mais rápido agora?
Estão com medo de mim... Mas e o grito? Não ouvem esse barulho atormentador?
De onde vem o grito?
Nada nas ruas...
Ninguém grita na avenida...
Não há qualquer sinal dele nos ônibus da cidade...
Grito? Onde está?
Paro no meio da calçada e sinto.
Sinto o grito.
E descubro de onde ele vem.
A única maneira de cessá-lo é encarando a realidade de que esse grito repleto de tanta agonia vem de dentro da minha alma. Do mais profundo âmago.
Como cessar o grito com a realidade? Como encarar que não há mais liberdade?
DIGA, DIGA, DIGA
A verdade!
ASSUMA, ASSUMA, ASSUMA
A tua identidade!
Qual a minha identidade?
Mas qual é a minha identidade?
Sou poeta e escritora
Sou romântica e sonhadora
Não quero ser nenhuma doutora
Só quero que minha interna criança não morra.


O que você faria se acabasse entrando e ficando preso em uma cidade do tamanho de um Reino; lar de criaturas sobrenaturais com costumes completamente diferentes dos seus? O que você faria se tivesse que passar a “ser” uma dessas criaturas e tivesse que esquecer sua vida humana? O que você faria se fosse você a entrar em Fantasy? Alessia, Carla e Daniel são três humanos que entraram em Fantasy por engano e agora estão presos lá para sempre. Um lugar em que nada é o que parece ser e todos parecem viver com medo. Medo de quem? Da feiticeira Leslie e da Rainha dos Vampiros, Leslie é o braço direito da Rainha, que controla todo o Reino por ser a única das fundadoras da cidade mágica que não desapareceu misteriosamente. Alessia está disfarçada como feiticeira pelo sangue de Ária, a feiticeira que eles conhecem e que os ajuda a descobrir coisas sobre Fantasy, e começa a estudar no Castelo-Colégio onde vive a Rainha e sua corte, mas também onde funciona uma escola para quase todas as classes de criaturas do lugar. Será que Alessia irá se adaptar a essa nova vida? Ela conseguirá se misturar? E o que ela fará ao saber que seu segredo foi descoberto pelo Mestre das Sombras e pelo sedutor e chantagista Ethan?